Manuel Costa

A Nova Barbearia Costa

In barbearia, costa, dalvares, guiné, História, lamego, tarouca on 23/03/2010 at 20:04

Reabriu a 29 de Janeiro de 2010 a Nova Barbearia Costa, após uma profunda remodelação.

Para o Barbeiro Costa, os clientes estão sempre em primeiro lugar. Por esse motivo meteu mãos à obra, abriu os cordões à bolsa e fez obras de remodelação na sua barbearia.

Com o interior pintado a duas bonitas cores e o tecto falso com luzes a condizer, os móveis novos dão mais brilho ao novo espaço. A meio da sala, a nova cadeira brilha e é o centro das atenções. Os amplos e bonitos espelhos obrigam-nos a dar uma miradela, mesmo que seja de soslaio.

Para os clientes  que procuram esta Nova Barbearia Costa pela primeira vez, (ou para alguns mais distraídos), foi colocada uma Placa no cruzamento da estrada 226 com o centro da Freguesia, que indica a distância e o local exacto deste Estabelecimento.

Sempre que solicitado, o Manuel da Costa com os novos e modernos utensílios de barbeiro na sua pasta, desloca-se a casa dos seus clientes no seu Hillman.

Ar condicionado

Para que nada falte aos seus clientes, neste ou noutros Verões quentes, a Nova Barbearia Costa possui, desde o início do mês de Julho, um sofisticado aparelho de ar condicionado.

Agora, para além do vinho fresco na cuba, também os clientes podem ficar mais fresquinhos com esta nova modernice.

Aparelho que se encontra no interior da Barbearia

Aparelho situado no exterior

Entrevista ao “Porto Canal”

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Cartões de Identidade de Motorista: Pesados e Serviço Público

Cartões de Identidade de Motorista: Pesados e Serviços Públicos

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Ao longo dos tempos…

In barbearia, costa, dalvares, guiné, História, lamego, tarouca on 13/12/2009 at 12:44

Foi no mês de Dezembro de 1964 que a Barbearia Costa deu início à sua actividade no lugar da Corujeira, como muitos ainda se recordarão ou terão ouvido falar.

REMODELAÇÃO EM 1995

Muito embora o senhor Costa nunca tenha exercido a “Arte” a tempo inteiro, mas apenas nas horas vagas por causa da sua profissão de motorista, não quis que os seus clientes deixassem de ter o conforto merecido quando querem cortar o cabelo ou fazer a barba.

Foi então que em 1995, era “construída” a então designada “Nova Barbearia Costa”.

Não seria correcto falar na Barbearia sem mencionar o nome e a pessoa do saudoso senhor João da Costa (João Cabral, como era conhecido), que não deixava passar ninguém na estrada, conhecidos ou não, sem que os chamasse para beberem um copo com ele.

São conhecidos também os “Vivas” que o senhor João dava às várias entidades públicas de renome nacional, sempre que estas visitavam a nossa Freguesia. Como os bons e velhos costumes não devem ser quebrados ou esquecidos, a porta da adega está sempre entreaberta para que os clientes (e amigos), sempre que queiram, possam beber o seu copito e depois irem para as suas casas com o cabelo já cortado e, como diz o senhor Manuel com o seu modo brincalhão: “-levas quinze dias de garantia”.

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MENSAGEM DE NATAL E ANO NOVO

A Barbearia Costa deseja a todos os Amigos e Clientes assim como a todos os ex-companheiros e às famílias daqueles que já partiram, (na maneira do possível), um Feliz Natal e um Bom e Próspero Ano Novo de 2014.

M. Costa

 

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Onde se encontra o amigo 1º Cabo Queirós, do Pelotão Nativo 52 em Missirá (1968/1970), que é de Marco de Canaveses.

Dá notícias!

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AS MINHAS MEMÓRIAS…

…PORQUE, QUEM NÃO TEM MEMÓRIA, NÃO AGRADECE NEM SABE AGRADECER.

Regressado do Ultramar, ingressei no mercado do trabalho em 1.10.1970 até 1.10.2009.

A pedido do senhor Prof. Celso Gomes, que embora não sendo natural de Dalvares, adotou esta freguesia como sendo a sua terra, feito ao saudoso senhor Lima, sócio gerente da EAVT – Empresa Automobilística de Viação e Turismo, fui integrado como cobrador durante algum tempo, embora possuísse já a carta de condução profissional, mas só soubesse andar para a frente…

Por vontade do senhor Lima, e com a ajuda do seu filho António Vasco Lima, (sócio-gerente durante muitos anos na EAVT, que emprestava o seu carro ligeiro, motorista e combustível aos funcionários que dele precisavam para de deslocar aos hospitais (Coimbra e outros), para verem os seus familiares, assim como emprestava o camião de carga, para poderem transportar as mobílias e outros haveres para onde necessitavam), e outros, passei a ser Motorista de Mercadorias para averbar ao Serviço Público e, dai em diante, praticamente, só aconteceram coisas relevantes que, por serem muitas, passo a mencionar apenas algumas:

Percorrendo durante vários anos a Europa e o nosso País, visitando lugares turisticamente lindos, quer em Carreiras Regulares de Emigrantes, quer em Serviço de Turismo, muitas delas com guias profissionais e outras com pessoas de capacidades invejáveis como foi o Senhor Dr. Claro da Fonseca já falecido e a sua esposa Dra. Hermínia Quintela, que durante vários anos fui, a pedido deles, o Motorista do Grupo que eles comandavam por essas lindas cidades europeias e que com eles conheci e enriqueci a minha cultura. A todos o meu muito obrigado.

Terminei a carreira profissional na EAVT/JOALTO onde tive, como responsável, um sócio-gerente da JOALTO, senhor Coronel Morgado, um homem de diálogo fácil e de decisões rápidas e exemplos raros que visitava, nos hospitais ou em suas casas, os seus funcionários por esta ou aquela doença, sempre acompanhado do seu Braço Direito o senhor Dr. Osvaldo.

O meu muito obrigado ao Dr, José Alberto Lima, ao senhor Fernando Lima e ao senhor Óscar Lima de quem fui também funcionário.

Um ABRAÇO amigo ao ex-Chefe Ferreira e ao senhor Óscar Manuel Lima e que a saúde lhes volte o mais rápido possível, assim como a todos os meus ex-colegas que estejam igualmente doentes e que dela necessitam.

Pensando eu nas minhas memórias, não poderia deixar de mencionar o Amigo, Ilustre Médico, Dr. José Carrapatoso. Sendo ele amigo pessoal dos familiares e sócios-gerentes da EAVT, fez a extensão aos funcionários da empresa e seus familiares, sempre que dele precisavam, por este ou aquele motivo de saúde… e não só. Parabéns senhor Doutor e muitas felicidades para a sua Nova Clínica Familiar. O nosso muito obrigado da família COSTA.

Muito mais teria a dizer… mas, como eu li numa revista militar, na Guiné, duma alta patente militar, “os textos, sempre que possível, devem ser pequenos para serem rapidamente compreendidos”.

Agora, voltando aos tempos de miúdo, cá estou eu no meu Espaço Comercial, sendo visitado por este ou aquele cliente, amigo ou colega ex-colega, um ou outro contando aquele pecado… mas, o lema desta Casa, AQUI FICA GUARDADO.

Mais uma vez o meu bem-haja a todos aqueles que foram meus gerentes e patrões, chefes, amigos e colegas de trabalho, pela paciência que tiveram para ouvir as minhas mentiras de qualidade, no bom sentido da palavra.

Barbearia Costa

Dalvares

Manel 1960

Serviço Militar

In guiné, História on 10/12/2009 at 21:10

Inicio da vida militar

Foi no dia 29 de Janeiro de 1968 que Manuel da Costa Assentou Praça no Regimento de Infantaria 14, em Viseu, na 1.ª Companhia, com o Número de Ordem 211.

Comandava o Pelotão o Aspirante Victor Martins, de Fráguas, Vila Nova de Paiva. O Comandante da Companhia era o Capitão Riquito.

De Viseu passa para Coimbra onde tira o curso de Enfermagem, tendo como instrutores o furriel enfermeiro Plácido e um segundo sargento. Comandava o Pelotão o alferes médico Dr. Bandarra.

“Faço votos que todos estejam de boa saúde”. M.Costa

Ao centro o Aspirante Victor Martins. Em Baixo à esq. Manuel da Costa.

Na Guiné 

Manuel da Costa, embarca para a Guiné em Julho de 1968, faz parte da B.2852.C.C.C.S. e integra a equipa de enfermagem na qualidade de maqueiro no Posto de Socorros em BAMBADINCA, local onde granjeia a estima e reconhecimento dos nativos.

Simultâneamente exerce a actividade de Barbeiro.

As fotos são disso bem exemplificavas.

O amigo Ismael Brás, de Gouviães – Tarouca, é o militar que se encontra em repouso na maca no momento em que era esperado junto ao helicóptero pelo maqueiro Costa, quando regressava, exausto, da Operação “Lança Afiada”.

Quem conhece o senhor Manuel da Costa, decerto já terá ouvido falar, com a emoção que o caracteriza, dos bons amigos que conheceu no Ultramar, como é o caso do saudoso Dr. David Payne, já falecido – sentida homenagem à sua família – que recorda e salienta as suas qualidades humanas.  Lembra, igualmente, o Furriel Nunes e o 1º cabo Marques, não esquecendo, também, o 1º cabo analista P. Nunes, o maqueiro Adão, o Ferreira, o Céssio, o Pinto…  Agradece ainda a amizade do 1.º Sargento Costa Nunes. Regressa à Metrópole em Junho de 1970.

Ismael Augusto, o saudoso Dr. David Payne e Fernando Calado a bordo do Uíge, 1968.

Gratidão e Reconhecimento

Já muitas coisas foram ditas e recordadas a respeito da minha estadia na Guiné, mas queria deixar aqui o meu ELOGIO aos Oficiais Superiores que prestaram Serviço de Comando entre 1968-1970, em Bambadinca, Batalhão 2852, Companhia C.C.S., da qual eu também  fazia parte.

Foram eles os senhores Oficiais:

Tenente Coronel Pimentel Bastos, Tenente Coronel Corte-Real, Major Bispo, Major Pires da Silva, Major Ribeiro, Major Sampaio, Capitão Eugénio Baptista Neves, Capitão Manuel Maria Pontes Figueira e Capitão Portugal.

Presto a minha homenagem a todos eles, principalmente aos que já se não encontram entre nós.

Não me sentiria bem comigo próprio se não deixasse aqui uma palavra de gratidão e um obrigado a todos os oficiais do Comando que, sem excepção, eram amigos dos seus subordinados e da população nativa. Eu sou testemunha disso porque era eu quem lhes cortava o cabelo, assim como a toda a Companhia e não só.

Um abraço a todos em geral. Muita saúde e boa sorte.

O Barbeiro (e Maqueiro)

M. Costa

No bar em Bambadinca – 1969

Em uma Operação na zona da Ponte Inglês (Chime) - Junho 1969

(Na foto: 1.º Cabo Queirós, 1.º Cabo Domingos, Soldado Xerife e Maqueiro M. Costa)                                                                                                                      Numa das poucas saídas como enfermeiro no Poletão 52 (Missirá). Operação na zona da Ponte Inglês (Xime) – Junho 1969

Num Baptizado em Bambadinca – 1969

Rampa da entrada para o Quartel em Bambadinca.

Luta balanta, presenciada por militares destacados para a proteção do reordenamento. Bambadinca, Nhabijões, 1970.

O militar identificado na foto é o 1.º Cabo Enfermeiro Marques da C. C. S., do Batalhão 2852, do qual fizemos parte em Bambandinca – 1968-1970.

Aquartelamento de Babadinca, com a Igreja e a Escola ao fundo – 1970

O Pelotão de Caçadores Nativos 52 em dia de festa, em Missirá. Pressupõem-se que o militar identificado (de costas) seja o Maqueiro Cécio Pinto.


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